⚠️ “ONDE NÃO CABE SEU FILHO(A), NÃO TE CABE!”
Essa frase tem ganhado força nas redes sociais e traz uma reflexão importante sobre a proteção de crianças e adolescentes.
A realidade é dura: a maior parte dos casos de violência contra crianças acontece dentro de casa, justamente no lugar onde elas deveriam estar mais seguras. Em muitos casos, os agressores são pessoas próximas e de confiança da vítima.
Especialistas alertam que sinais de rejeição, agressividade, humilhação ou desconforto envolvendo crianças nunca devem ser ignorados. Frases como:
❌ “Eu não gosto do seu filho(a)”
❌ “Essa criança atrapalha nossa relação”
❌ “Você dá atenção demais para ele(a)”
podem revelar comportamentos preocupantes que merecem atenção.
É importante destacar que não se deve generalizar ou atribuir a violência a um grupo específico. No entanto, diversos casos de grande repercussão no Brasil mostram que situações de risco muitas vezes começam com atitudes de rejeição, controle ou hostilidade dentro do ambiente familiar.
Pais e mães devem estar atentos a mudanças de comportamento, medo excessivo, isolamento, tristeza repentina ou rejeição da criança em relação a determinadas pessoas. Muitas vezes, a criança dá sinais antes que algo mais grave aconteça.
🚨 Nenhum relacionamento deve estar acima da segurança, da dignidade e do bem-estar dos filhos.
Onde há rejeição, agressividade ou qualquer ameaça à integridade de uma criança, o alerta precisa ser imediato.
💬 E você, concorda com a frase: “Onde não cabe seu filho(a), não te cabe”?
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